<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comentários para: O custo não está na produção!</title>
	<atom:link href="http://blog.tocae.com.br/index.php/2008/09/16/o-custo-nao-esta-na-producao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.tocae.com.br/index.php/2008/09/16/o-custo-nao-esta-na-producao/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 03:18:03 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.5.1</generator>
		<item>
		<title>Por: Fred</title>
		<link>http://blog.tocae.com.br/index.php/2008/09/16/o-custo-nao-esta-na-producao/#comment-158</link>
		<dc:creator>Fred</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 19:27:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.tocae.com.br/?p=83#comment-158</guid>
		<description>É isso mesmo! Meu pai tem estúdio de gravação e já produziu vários discos
independentes. Lembro bem que o custo da mídia em si era baixo (dados de
1998, deve ter caído ainda mais). Era coisa de menos de 2 reais numa tiragem
de 2 mil cópias.
O custo da gravação em si também não era exorbitante, principalmente se
tratando de produções independentes.

Os 2 maiores componentes do custo de produção em si eram: direitos autorais
(muito caro) e material gráfico. Um encarte ultra-simples, apenas uma tira
de papel couchê dobrado, impresso em cores custava uns 8 reais. Avalie esses
encartes sofisticados, que usam papéis nobres, impressões complicadas,
brilhos, texturas, muitas fotos, muitos textos, etc?

Arte à parte (parêntese: tem encarte melhor que disco, ponto para a galera
do design), mídia eletrônica não tem espaço para encarte. Ou até tem, mas
não tem formato padronizado para isto ainda (ou tem, HTML), nem como
distribuir de forma simples atualmente.

Saindo da fábrica e caindo no mercado, vem o custo maior de todos:
divulgação. É muito jabá para botar uma música no rádio, infelizmente.

Iniciativas como o Tocaê são louváveis, pois dão ao artista mais espaço para
divulgar o seu trabalho e corta muito da cadeia de "parasitas" que vive às
custas da criatividade alheia (ok, eu sou meio bocão mesmo, mas infelizmente
é isso o que eu penso)  :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo! Meu pai tem estúdio de gravação e já produziu vários discos<br />
independentes. Lembro bem que o custo da mídia em si era baixo (dados de<br />
1998, deve ter caído ainda mais). Era coisa de menos de 2 reais numa tiragem<br />
de 2 mil cópias.<br />
O custo da gravação em si também não era exorbitante, principalmente se<br />
tratando de produções independentes.</p>
<p>Os 2 maiores componentes do custo de produção em si eram: direitos autorais<br />
(muito caro) e material gráfico. Um encarte ultra-simples, apenas uma tira<br />
de papel couchê dobrado, impresso em cores custava uns 8 reais. Avalie esses<br />
encartes sofisticados, que usam papéis nobres, impressões complicadas,<br />
brilhos, texturas, muitas fotos, muitos textos, etc?</p>
<p>Arte à parte (parêntese: tem encarte melhor que disco, ponto para a galera<br />
do design), mídia eletrônica não tem espaço para encarte. Ou até tem, mas<br />
não tem formato padronizado para isto ainda (ou tem, HTML), nem como<br />
distribuir de forma simples atualmente.</p>
<p>Saindo da fábrica e caindo no mercado, vem o custo maior de todos:<br />
divulgação. É muito jabá para botar uma música no rádio, infelizmente.</p>
<p>Iniciativas como o Tocaê são louváveis, pois dão ao artista mais espaço para<br />
divulgar o seu trabalho e corta muito da cadeia de &#8220;parasitas&#8221; que vive às<br />
custas da criatividade alheia (ok, eu sou meio bocão mesmo, mas infelizmente<br />
é isso o que eu penso)  <img src='http://blog.tocae.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

