Top 10: Músicas

É De Fazer Chorar
[]
9
If You Dub Me... (Partes 1 E 2)
[DJ Dolores]
8
Assum Preto
[Baião de Viramundo]
8
Juazeiro
[Baião de Viramundo]
8
Amores Globais
[Preto Sábio]
4
A Fole Roncou
[Baião de Viramundo]
4
Prikita
[Matalanamão]
4
Caiu a Ficha
[Mundo Livre S.A.]
4
Abrindo o Coração para uma Cadela Chapada e Bêbada
[Mundo Livre S.A.]
4
5 Contra 1
[Matalanamão]
3

Top 10: Artistas

30
Baião de Viramundo 29
DJ Dolores 26
Mundo Livre S.A. 21
Matalanamão 14
Preto Sábio 9
Frevo do Mundo 7
Cartografia Musical Brasileira 4
Yellow Threat 4
DJ Dolores e Orquestra Santa Massa 3

Fotos

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O custo não está na produção!

O goiano Ralf (da dupla sertaneja Christian&Ralf) criou um novo modelo de produção de CD, o chamado SMD (Semi Metalic Disc). A iniciativa é muito boa, uma vez que produzindo SMD deixamos de pagar os royalties de patente da Philips e Sony na produção de CDs convencionais.

Mas isso é só um pedacinho da história toda. Um pedacinho de nada. De acordo com o próprio portal o custo de produção do SMD é em média 30% mais barata que a do CD. E é ponto mesmo. De acordo com D. Byrne, em artigo recente para a Wired, a produção mais empacotamente correspondem a cerca de 5% do preço do CD no varejo!!! Por matemática, mais que simples,  produzir em SMD, reduz os custos em apenas 1,5%.

O problema não esta ai, mas na parte que fica no marketing, label e prateleiras! Somados vão pra mais de 50% do preço do CD.

Na nossa proposta, quem faz o marketing é quem ouve, o label é de que produz o conteúdo e as prateleiras não são físicas. É assim que conseguimos fazer uma música chegar ao seu público por R$ 0,50! tocaê neles!

Time do tocaê

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Um comentário para “O custo não está na produção!”

  1. Fred disse:

    É isso mesmo! Meu pai tem estúdio de gravação e já produziu vários discos
    independentes. Lembro bem que o custo da mídia em si era baixo (dados de
    1998, deve ter caído ainda mais). Era coisa de menos de 2 reais numa tiragem
    de 2 mil cópias.
    O custo da gravação em si também não era exorbitante, principalmente se
    tratando de produções independentes.

    Os 2 maiores componentes do custo de produção em si eram: direitos autorais
    (muito caro) e material gráfico. Um encarte ultra-simples, apenas uma tira
    de papel couchê dobrado, impresso em cores custava uns 8 reais. Avalie esses
    encartes sofisticados, que usam papéis nobres, impressões complicadas,
    brilhos, texturas, muitas fotos, muitos textos, etc?

    Arte à parte (parêntese: tem encarte melhor que disco, ponto para a galera
    do design), mídia eletrônica não tem espaço para encarte. Ou até tem, mas
    não tem formato padronizado para isto ainda (ou tem, HTML), nem como
    distribuir de forma simples atualmente.

    Saindo da fábrica e caindo no mercado, vem o custo maior de todos:
    divulgação. É muito jabá para botar uma música no rádio, infelizmente.

    Iniciativas como o Tocaê são louváveis, pois dão ao artista mais espaço para
    divulgar o seu trabalho e corta muito da cadeia de “parasitas” que vive às
    custas da criatividade alheia (ok, eu sou meio bocão mesmo, mas infelizmente
    é isso o que eu penso) :-)

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